Dizer que as corridas
de rua foi a modalidade que mais cresceu nos últimos dez anos tornou-se algo
totalmente dispensável, bastando dar uma volta em qualquer parque, de qualquer
cidade brasileira, em horários estratégicos, para constatar que a corrida entrou
na vida da sociedade brasileira, e porque não dizer do mundo, proporcionando
muitos benefícios aos praticantes. Acompanhando esse estrondoso crescimento,
diversificando a vida dos mais radicais, outra aba esportiva impressiona nos últimos
anos, seja pela sua evolução em vários sentidos, como no número de provas e
praticantes, das mais diversas idades, as corridas de montanha. Todo fim de
semana, a chance de ter algum corredor
se aventurando, enfrentando lama, trilhas parcialmente fechadas, ou mesmo
estradas de terra, de preferência com muita subida, cruzando rios ou pedras,
melhor ainda, tudo isso muito atrai os corredores de montanha. Percebendo o
crescimento do segmento, as fabricantes de material esportivo se especializaram,
dando ênfase em materiais e acessórios, deixando os praticantes totalmente
equipados, como verdadeiros aventureiros, prontos para enfiarem seus pés no
barro com seus tênis apropriados, com suas mochilas de hidratação, subindo e
descendo pedras, usando bastões para auxiliar no equilíbrio e propulsão em
subidas, estabilização em descidas, fascinando os amantes da corrida fora do
asfalto. Sem falar nas assessorias e equipes esportivas, que criaram núcleos específicos,
para atender esse público que tanto cresce, organizando treinamentos
especializados, transformar muitas vezes aquele que mal correu no asfalto em um
atleta das provas rústicas. Analisar a competitividade dentro das provas de montanha
é algo muito interessante, observando as extremidades que distanciam os níveis
dos participantes, mostra-se um desafio versátil, dinâmico, cheio de opções que
contagiam os corredores. Verificando a grande maioria dos corredores, é legal
observar o quanto as provas são niveladas por baixo, devido a grande necessidade
de caminhar pelo percurso, decorrente as enormes dificuldades que se encontra, em
trilhas acidentadas, subidas e descidas muito ingrimes, rios, pedras, erosões,
dentre tantos outros obstáculos que possam surgir, não necessariamente obrigando
seu participante ter um cardio respiratório extremamente desenvolvido, onde
muitos participantes chegam a percorrer a prova toda caminhando. Por outro
lado, observando os corredores da frente, é incrível constatar como conseguem
correr e imprimir tamanha velocidade em um local tão difícil de se locomover,
transpassar tamanhas dificuldades e obstáculos, perdendo tão pouco tempo, demonstrando
extrema destreza, correndo em altíssima intensidade em terríveis subidas e
descidas, onde muitas vezes nem se vê onde se está pisando, mostrando o quão
completos esses atletas são. Uma coisa é certa, assim como sua irmã mais velha,
a corrida de rua, as provas de montanha se mostra uma atividade muito democrática,
pronta pra acolher, desde o praticante iniciante, até os grandes atletas de
alta performance, todos em busca de saúde, desempenho, natureza e muita
aventura.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
UD 75 km - ENFIM A VITÓRIA CHEGOU
Durante esses 18 anos que venho
participando de corridas de rua, por diversas vezes me veio o pensamento de
como seria cruzar a linha de chegada em primeiro, estar no lugar mais alto do
pódium. Estive muitas vezes entre os 5 primeiros, subindo a pódium, após fazer
boas provas, mas nunca havia vencido uma corrida. No dia 14 de Maio, em
Morungaba, finalmente senti essa sensação, de forma inesperada pelas
circunstâncias que ocorreram na semana antecedente, terminando em primeiro
lugar os 75 km da UD de Morungaba. Estava sem pretensões de participar de
provas, treinando para manter o condicionamento físico, sem metas específicas.
Meu irmão, Pedro Luiz, por diversas vezes havia me chamado para correr a
Ultramaratona UD de Morungaba, prova duríssima de 75 km, com inúmeras subidas e
trilhas, mas não estava muito a fim de assumir tal desafio, devido a muitas
lesões que venho enfrentando nos últimos anos. Há duas semanas pra prova,
conversando com o treinador e companheiro de Nova Equipe, Emerson Bisan,
resolvi aceitar o desafio de enfrentar os 75 km e literalmente “ver o que
poderia acontecer”. Encaixei alguns treinos específicos no pouco tempo que
tinha pra preparação, buscando ganhar um pouco de volume, pois nos últimos
meses não estava rodando muito, apenas treinos curtos e intensos. No último
treino longo pra prova, a 6 dias pra prova, senti fortes dores na musculatura
da panturrilha direita, aumentando as incertezas e insegurança pra
ultramaratona que realizaria. Pra apimentar mais as coisas, minha família pegou
uma virose, com vômitos e diarréia, mais uma situação pra administrar até o dia
da prova. Pensei por diversas vezes em desistir de participar, mas meu Senhor e
Salvador, Jesus Cristo, é um Senhor de milagres e se fosse de sua vontade que
completasse os 75 km, certamente não seria lesões e nem viroses que me tirariam
do seus planos. O treinador Emerson Bisan ainda frizou que se a lesão na
panturrilha não me atrapalhasse, certamente eu me surpreenderia com meu
resultado. O clima da prova estava agradável, muitos atletas, nas diversas
categorias que o evento dividiu. Meus amigos Ultraloucos, como sempre, me davam
todo incentivo e força nos momentos antes da largada. Nos instantes antes da
largada, orei a Deus, pedindo que me protegesse dos males que poderiam ocorrer.
Assim que largamos, o desconforto na panturrilha se mostrava presente, uma
incógnita do que seria a prova, colocando ainda mais pontos de interrogação na
minha cabeça. Decidi seguir em frente, ate onde meu corpo permitisse e se não
desse mais, pararia no posto de controle mais próximo e voltaria de carona. Aos
poucos a musculatura foi esquentando, a dor foi amenizando e o ritmo
estabilizando, correndo num ritmo seguro e confortável para 75 km. Quando
percebi que estava superando todas as subidas sem precisar caminhar e que já
estava em primeiro lugar, fui percebendo que finalmente chegaria em primeiro
lugar. Confesso que me emocionei nos quilômetros finais, me lembrando de todas
as dificuldades que havia enfrentado, das várias lesões que me fizeram pensar
em desistir da corrida, de todo deserto que havia enfrentado nos últimos
anos... daí me lembrei que o deserto é um dos lugares onde temos mais
intimidade com Deus, lugar de crescimento, onde provamos o amor do Pai.
Terminei a prova com pouco mais de 07 horas e 40 minutos, primeiro colocado
Geral nos 75 km, muito feliz com o resultado e desfeche dessa história.
Agradeço a todos que fizeram parte desse momento tão especial da minha vida...
Toda honra, glórias e louvores a ti, Senhor Jesus, aquele que é, que era e que
há de vir!!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Pedro Luiz - Vencendo todas as dificuldades
Com o intuito de relatar
resumidamente a participação de Pedro Luiz Cianfarani na Brazil 135
Ultramarathon, realizada no final de janeiro desse ano, esse texto descreve o
quão preciso Pedro aplicou sua estratégia na prova, completando os 260 km em
pouco mais de 45 horas. Ele estava muito determinado antes da prova, pois no
ano anterior foi impedido de seguir em frente a menos de 5 km da linha de
chegada, estando seu nome fora da lista de concluintes. Sua estratégia era
manter o mesmo ritmo durante todo percurso, tarefa dificílima levando em
consideração o surgimento do cansaço somado com as imensas dificuldades de
relevo. No primeiro dia as nuvens deram uma quebrada na temperatura, mas no
segundo o sol castigou os atletas. De forma brilhante, Pedro controlou o ritmo,
superou o cansaço, seguiu sem parar pra descansar, completando a prova em
sétimo lugar, completando os 260 km, mais uma conquista para seu currículo!
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
O Valente Parreira na prova mais dura do Brasil
Parreira: "Mais um desafio a ser realizado. A expectativa é enorme. Embora não tenha treinado o quanto desejava, acredito ter condições de terminar dentro das 60 horas. Se conseguir em menos tempo será mérito também da equipe, Josmar e Leandro. Temos acompanhado o clima na região e está um tanto desafiador achar uma estratégia específica, tem chovido muito. Como sempre , tudo pode acontecer na Br135+, esperemos que aconteça o melhor possível, para todos os envolvidos neste evento. Mas minha meta é chegar antes das 55 horas. Conto com a força de meus amigos, da equipe e a fé em Deus para atingir o desafio".
sábado, 2 de janeiro de 2016
Pedro Luiz pronto pra encarar a Brazil 135!!
Todo atleta, sendo um
profissional ou não, tem sua prova ou competição favorita, aquela que fazem
seus olhos brilhar, invadindo seus sonhos, fazendo seu pensamento estar grande
parte de seu tempo nela. Em todos os esportes, essas competições existem, sejam
elas em esportes coletivos ou individuais, abrangendo os profissionais até os
amadores. No futebol citamos a copa do mundo de seleções, sonho de todo atleta
em fazer parte, de alguma forma dessa história, mesmo que não entre em nenhum
minuto sequer. No tênis, disputar uma partida de um Grand Slan é sinônimo de
prestígio, mesmo que não vença ao menos um jogo. Para a turma do ciclismo,
estar presente alguns metros na volta da França já seria uma grande recompensa.
Na Ultramaratona, principalmente no cenário nacional, participar da Brazil 135
Ultramathon é significativamente incendiar as emoções, fantasiar objetivos e
encarar um grande desafio. Para um atleta, Pedro Luiz Cianfarani, meu irmão,
essa próxima edição da Br 135, que será realizada em 2016, será sua última
participação solo no evento. Segundo ele, treinar para essa dificílima prova,
seja pela distância ou pela altimetria, sendo um atleta amador, que precisa
trabalhar durante o dia e treinar em horários alternativos, não tem sido nada
fácil, comprometendo boa parte de seus compromissos durante aproximadamente 4
meses, tempo da preparação para a corrida. Pedro treina em dois períodos, logo
pela manhã, antes de ir para seu trabalho e a noite, logo que volta. Ter a
compreensão de sua esposa Claudia é fundamental, pois o treinamento envolve
toda sua rotina, inclusive nos fins de semana. Sem contar nos gastos, que
consomem uma grande fatia de seu orçamento. Não precisa destacar o quanto ele
gosta dessa prova, pois com todos os aspectos relativamente negativos, ainda
assim é um dos primeiros a confirmar sua participação. Sonha literalmente com
sua estratégia, imaginando a melhor estratégia, passando pelos trechos,
sentindo as dificuldades que enfrentará, as dores musculares, o sono
avassalador, mas quando se lembra do sabor de cruzar a linha de chegada, de
mãos dadas com sua equipe que lhe ajudara durante todo percurso, acorda com a
extrema motivação de botar seu nome mais uma vez na história da Brazil 135.
Essa será sua quinta participação no evento, tendo completado em todos os anos
anteriores a distância proposta. Após sua preparação para a edição 2016,
segundo ele, encontra-se em sua melhor forma em comparação com anos anteriores,
com lesões minimizadas e estabilizadas, sistema cardio respiratório
extremamente treinado, com a parte muscular em perfeitas condições, pronto para
tentar fazer seu melhor e por um ponto final em sua história solo na Brazil 135
Ultramarathon.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
O QUE TE MOTIVA?
Na reta final de mais um ano,
mais um ciclo que se fecha, inicia-se a rotineira auto análise de
produtividade, nas mais diversas áreas, desde aquelas que dedicamos muito, até
aquelas que mal dedicamos alguns segundos durante o ano todo. Como não poderia
ficar de fora, a corrida foi um dos aspectos bem avaliados, desbravando não
somente resultados, mas a fonte de todo esforço realizado, a MOTIVAÇÃO que me
impulsiona a traçar metas e buscar os objetivos. Convivendo com vários tipos de
atletas, desde os amadores, que buscam saúde e qualidade de vida, até aqueles
que exalam performance, observo a diversidade de cada indivíduo quanto aos
motivos que os conduzem ao seu alvo, seu sonho, verificando que cada ser que
coloca um tênis de corrida e sai para correr, pertence a um universo totalmente
paralelo, onde a competição na maioria das vezes não existe. Pessoas que
pertencem ao mesmo grupo, vestem as mesmas cores, participam até mesmo das
mesmas provas, mas que trilham caminhos totalmente diferentes, motivados por
coisas tão pessoais que os colocam numa disputa contra si mesmo, onde superar
seus obstáculos, vencer seus gigantes é a parte que mais importa. Quão
maravilhoso é, observar uma pessoa sedentária, anos sem se exercitar, perceber
a extrema necessidade de construir uma ponte que a livra da “vila preguiça”,
levando-a ao “jardim saúde”. Tais pessoas colocam seus objetivos a mesa,
banhadas de muito medo, mas envolvidos da mais pura euforia e intensa vontade,
que para um “já praticante” é uma coisa corriqueira, simples, conseguir correr
10 km, de preferência sem caminhar. Percorrer esses 10 km e cruzar a linha de
chegada, mesmo que imaginária, é uma valorizada vitória, para alguém que pouco
tempo antes não conseguia nem ao menos caminhar rápido, pois já ficava ofegante,
mas que deu um gigantesco e valorizado passo para uma vida saudável. Me deixa
extremamente feliz observar aqueles que já estão em uma rotina intensa de
provas e desafios, que já conhecem seus corpos, enxergam seus limites e buscam
superá-los, com treinos cada vez mais intensos e desgastantes, nas mais
diversas características, correr 5 km abaixo de 17 minutos, ou correr em 24
horas mais de 200 km. Para tais desafios, o esforço para quem deseja alcançar
metas assim provavelmente vai ser elevado, abrindo mão de uma vida teoricamente
normal, onde provavelmente o individuo vai ter que abrir mão de algum conforto
ou mimo, seja ele descanso, ou um hábito alimentar, pagar o preço para se
manter fisicamente em condições de alcançar seu objetivo e é exatamente nisso
que a MOTIVAÇÃO entra na vida de um atleta, é o combustível que vai
impulsioná-lo o mais próximo possível da linha de chegada de seus sonhos. Em
toda minha vida como praticante de corrida, consigo ver as fronteiras de cada
objetivo, cada estado que percorri para as mais diversas metas. No inicio,
qualquer meta era extremamente atraente, principalmente quando não se levava
uma vida tão saudável assim. Correr 10 km em menos de 40 minutos, por alguns
anos foi meu principal objetivo, treinando, tentando, fracassando, persistindo
e conseguindo, até mesmo fazer abaixo de 37 minutos, que para muitos é algo
fácil de conseguir, mas para mim foi uma vitória. Entrar no mundo das
ultramaratonas foi a coisa mais impensada que já fiz, sem refletir muito sobre
o assunto. Na época, precisava de um grande desafio para me afastar das coisas
nocivas da sociedade e percorrer 100 km me parecia uma boa opção. Foi uma longa
jornada de treinos até chegar o dia da prova, conseguindo cumprir a distância
em 11 horas e 17 minutos. A partir deste desafio, minha MOTIVAÇÃO era melhorar
meus tempos cada vez mais, conseguindo fazer a mesma distância em 9 horas e 12
minutos, 1 ano depois. Mas hoje, verificando a vida como um todo, seguindo um
caminho sólido, estreito e verdadeiro, minha maior motivação é viver uma vida
saudável, que a corrida pode me proporcionar qualidade de vida, uma ferramenta para
eliminar fatores de risco. É certo também que o corpo colhe conseqüências de
anos de muito esforço e intensidade, acompanhado de muitas lesões que
impossibilitam de traçar metas mais ousadas, alinhando cada vez mais minha
MOTIVAÇÃO a pensar um pouco a frente, daqui uns anos, em ter uma vida saudável
e poder contar um pouco das histórias que adquiri nessas corridas.E você, o que
te motiva?
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Nossas Ultras Precisam Melhorar
Em meus 17 anos em que vivo
participando de corridas de rua, 9 anos participando de ultramaratonas, a cada
ano que passa, não sei o que esperar das provas que participo. Nas mais
diversas provas, em várias características e níveis de dificuldade, me surpreendo
com o que encontro, no quesito organização. Esse ano em especial, participei de
várias que falharam em aspectos primordiais que tal prova propunha. Em textos
anteriores, citei alguns erros de tais provas e não os citarei novamente. No
último fim de semana, participei de uma prova em pista de atletismo, com
distâncias de 25, 50 e 100 km. Provas duríssimas, independente da distância,
onde encontrávamos atletas muito velozes nos 25 km e de extrema resistência nos
100 km. Seja qual fosse a distância, tais provas exigem um bom preparo para
cada atleta vencer seus objetivos pessoais. Horas e horas dedicadas aos mais
diversos treinos, desgastantes, numa rotina apertadíssima, onde o atleta
normalmente abre mão de outro compromisso pra poder se dedicar ao treino. Por
estar acostumado em participar de provas mais longas, resolvi mudar um pouco as
características e fazer uma prova um pouco mais curta e rápida, escolhendo a
prova de 50 km como meta, última prova do ano, para chegar na medida do
possível, a meu objetivo de tal desafio. Buscando fazer um tempo não tão alto,
resolvi melhorar minha velocidade, utilizando treinos de alta intensidade,
desgastantes, na expectativa de somar velocidade na resistência que já possuo,
fazendo treinos específicos para esses objetivos. Essa prova foi realizada em
um clube de São Paulo, próximo a rodoviária do Tiete, bem estruturado e bonito,
acolhedor aos que estiveram no evento. Após uma organização boa, atletas e
equipes preparados, tudo que havia sido prometido aos atletas pela organização
da prova estava sendo feito, parecendo que seria um desafio em que tudo
correria bem, podendo nós atletas buscar nossas metas dentro da pista, eis que
na metade da prova dos 100 km, bem perto do fim da prova dos 50 km, um erro de
cronometragem, uma falha no sistema que registrava a volta dos atletas
aconteceu, não registrando mais as voltas daqueles que estavam dando seu
máximo, perseguindo seus objetivos. A prova foi encerrada precocemente, antes
do tempo que havia sido dado pela organização, pois não tinham condições de
avaliar quando os atletas cumpririam as distâncias, inclusive os primeiros
colocados. Achei que tinha visto o pior do evento no sábado, mas quando eles
divulgaram a classificação, meu coração de atleta e treinador foi ao chão, em
ver o absurdo que estava aquela listagem. Meu nome aparecia em quinto lugar
geral dos 50 km, onde realmente terminei, mas a distância estava 7 km a menos
ao tempo registrado. Provavelmente todo o resto estava errado e até entendo o
pedido de desculpas da organização da prova, mas é inadmissível publicar algo
que se sabe que está errado, pois é certo que irá lesar alguém. Se ocorreu esse
fatal problema, encontre outra solução, faça outra prova, resolva o problema,
mas não celebre o erro. Uma empresa foi contratada pra fazer a cronometragem,
oferecendo seu produto. Como alguém oferece um sistema de cronometragem para um
evento sem ter certeza que tal sistema funciona? Faça um evento teste, sem
cobrar inscrições, não em um evento onde todos treinaram muito, frustrando boa
parte dos participantes.
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