quinta-feira, 2 de janeiro de 2014


Atleta: Adriana Scaranti.
Categoria : Dupla – Seu parceiro será Marco Rossi ( o Coruja).
Idade: 41 anos.
Cidade: Ribeirão Preto.
Nome da equipe: Dri e Coruja.
Tempo de ultra: a primeira (Bertioga x Maresias) foi em outubro/2010. Na verdade, em 2003 começou no triathlon, já tendo participado de provas de todas as distâncias... desde shorts até ironman (2005/2009/2010). Mas sua paixão sempre foi a corrida e desde de seu último iron vem se dedicando mais às provas de longa distância.
Provas que já participei: meias maratonas já perdeu as contas e maratonas foram 5 (São Paulo duas vezes, Porto Alegre, Boston e Maratona das Praias agora em 2013). 2010 – 75km Bertioga – 3ª colocada geral fem. 2011 – 75km Bertioga – 1ª colocada geral fem. 2012 – 50km Green Race Jundiaí – 1ª colocada geral fem. 2013 – 75km Bertioga – 5ª colocada geral fem.
Participação na BR135: será a primeira!
Preparação: correr, correr e correr... terra, asfalto, morro acima, morro abaixo, com sol, chuva, vento, frio.....risos...  Brincadeira! Essas últimas semanas tem sido até mais tranqüilas, pois teve uma leve lesão na panturrilha e tem feito treinos alternativos, como pedal e natação pra manter o condicionamento. O treino pesado já foi feito... agora é só manutenção pra chegar na prova “inteira”. Por que a BR?“Porque dia desses encontrei o “Coruja” e ele comentou de fazermos uma ultra juntos. Vontade de correr a gente sempre teve... só não sabíamos qual prova participar, até que descobrimos a BR. Uma prova aqui, pertinho de Ribeirão e no tão falado “Caminho da Fé”!”
Expectativas: terminar a prova, desfrutarmos do “Caminho”... curtir tudo o que uma ocasião dessas pode nos proporcionar !!


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Vamos enfrentar mais um desafio extremo!


No último dia do ano de 2013, após as inúmeras reflexões em vários setores do dia a dia, chegou a vez de analisar as intensas e apaixonantes ULTRAMARATONAS. Passando uma por uma, é impossível não dar uma atenção especial a temida Brazil 135 Ultramarathon, especialmente por estarmos aproximadamente a 20 dias da edição de 2014. A pergunta que paira em minha mente é o “por que participar de um desafio tão difícil e extremo como a BR?” Certamente essa pergunta deve estar presente dentro das cabeças daqueles que nunca encararam um desafio parecido como este, mas quem já se aventurou nas intermináveis e inclinadas subidas e descidas do percurso, tem o argumento na ponta da língua. Alguns anos atrás, uma renomada revista de corrida, publicou uma matéria em uma de suas edições, destacando que a grande motivação de um atleta de ultramaratona em realizar tais provas, em sua maioria, para mostrar que era melhor que os outros corredores de provas mais curtas, dando a entender, que em resumo, o objetivo era massagear o ego. Vale destacar que o responsável pela matéria se intitula “ultramaratonista”. Mas analisando minha experiência, como um todo na Brazil 135 deste ano, lembrando de cada fato ocorrido, cada adversidade superada, conclui que a amizade é o sentimento mais presente em tal esporte. Após muitos problemas físicos, onde fui consumido aproximadamente por 7 horas por terríveis câimbras, inúmeros atletas interrompiam suas provas, para de alguma forma tentar me ajudar, seja com ajudas técnicas, experiências próprias ou simplesmente, para desejar boa sorte. O percurso da Br, em sua grande maioria, é devastador para as pernas dos atletas. A somatória das subidas e descidas intermináveis, nos incríveis 217 km, são temperados pelo piso difícil de ser percorrido, em estradas de terra, com muitos buracos e pedras, castigando qualquer musculatura. Antes de participar da prova, acompanhando em anos anteriores os carros de apoio de outros atletas, tinha a ilusão de que era possível subir as “rampas intermináveis” correndo. Mas ao participar do desafio, percebi que subir correndo tais subidas era tarefa para poucos, ao menos não seria rotina na corrida daqueles que pretendiam completar a prova. Independente do objetivo de qualquer um que se dispõe a participar da prova, administrar o desgaste físico acaba sendo uma regra para chegar ao fim da corrida. Chega um momento, em que não pensar nas dificuldades que chegarão a frente, concentrando-se apenas em dar um passo após o outro é a melhor forma de seguir em frente.  De qualquer forma, seja o qual for o motivo de estar presente na Brazil 135 Ultramarathon, uma coisa todo atleta vai precisar, superar a si mesmo, em grande parte dos intermináveis 217 km, da prova mais difícil em solo brasileiro. Que Deus proteja a todos que estarão presentes nesse intenso desafio. Nos próximos dias, uma ficha será postada de alguns atletas que vão enfrentar a prova. 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Bertioga-Maresias 2013 2ª etapa

Superando seus adversários, Eduardo Calixto conquistou mais uma vitória para seu currículo, desta vez venceu a Ultramaratona Bertioga-Maresias, 75 km de pura emoção, passando por praias, estradas, trilhas e até mesmo serra (Serra de Maresias), que liga a praia da Enseada, em Bertioga até a belíssima praia de Maresias, em São Sebastião. Alguns adversários caíram pelo caminho, como Thiago José de Almeida, que liderou parte da prova, mas acabou sentindo o desgaste e abandonou a corrida, deixando mais fácil pra Calixto. Outro que acabou deixando a disputa foi Agnaldo Sampaio, que sofrera de problemas estomacais, vomitando muito, sendo forçado a abortar a busca pelo bicampeonato da prova, já que ganhou a primeira etapa de 2008 (o primeiro campeão da categoria solo). A vitória de Calixto veio com o tempo de 5 horas e 42 minutos, buscando a liderança nos últimos 20 km, vencendo pela primeira vez no evento. Marcelo Avellar chegou em segundo, com 5 horas e 46 minutos, seguido por José Nilson de Andrade em terceiro com 5 horas e 50 minutos, Jorge Carneiro em quarto com 6 horas e 02 minutos e 01 segundos e Sinval Moreira em quinto, com o tempo de 6 horas e 02 minutos e 15 segundos, fechando o pódium masculino. No feminino, a vencedora foi Cintia Franco, com 6 horas e 43 minutos. Minha participação na prova pode ser resumida em duas fases: a primeira fase, do extremo bem estar, somado com uma corrida segura, sem exagerar no ritmo; e a segunda fase, com um intenso mal estar, mergulhado em enjoos e indisposição. Corri até o km 40 em um ótimo ritmo, controlado por gps, hidratando e suplementando a todo momento. Estava muito feliz por tal boa sensação, comentando com os integrantes de minha equipe de apoio, que me acompanhava, disponibilizando-me tudo o que precisava, que andava tudo perfeito. Quando de repente, sem aviso prévio, um forte enjoo surgiu, mostrando que o vômito era questão de tempo, intensificado por uma fraqueza assustadora. Naquele momento, sabendo que restavam 35 km de prova (quase metade) refleti o que poderia fazer em tal situação. A melhor opção era abandonar, pois não chegaria nem perto do tempo objetivado, que era abaixar minha melhor marca na prova de 6 horas e 37 minutos, conquistada em 2011. O esforço que faria pra prosseguir ir até o fim e cruzar a linha de chegada seria imenso, devido ao meu estado físico, que mal conseguia correr, para quem sabe, chegar antes das 8 horas de prova. Pensei em todo treino realizado, nos últimos 3 meses, todo investimento da minha equipe, disponibilidade dos integrantes, deixando seus afazeres e dos quase 500 km percorrido de Ribeirão Preto até Bertioga. Cheguei a conclusão que o mínimo que deveria fazer era cruzar a linha de chegada e concluir o desafio. Fui acompanhado por um ciclista e um carro de apoio até o km 60, quando encontrei meu irmão Pedro Luiz, que correu ao meu lado, até a linha de chegada. Me arrastei até o final da prova, concluindo em 7 horas e 56 minutos ( no meu relógio deu 7 horas e 55 minutos), minha pior marca em todas as edições participadas, mas sem dúvida, minha maior superação entre elas, onde sem condições alguma, cheguei até o fim, finalizando o desafio. Agradeço a minha equipe de apoio: Aroldo Costa Neto, Daniel Fantini, Danilo Pasquale, Samuel Cestari, Minha cunhada Claudia e meu irmão Pedro, além de toda família que ficou na torcida em Bertioga, que de alguma forma, me ajudaram a seguir em frente, cruzando a linha de chegada, mesmo que fora do tempo programado, mas não desistindo nunca. Obrigado meu Senhor Jesus, por estar em minha vida, me protegendo de todos os males...Glórias a ti, Senhor!  

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Ultramaratona Rio de Janeiro - Fuzileiros Navais 24 Hrs - 2013

Em sua sexta edição, agora sem a parceria da Corpore, aconteceu a conceituada Ultramaratona 24 horas dos Fuzileiros Navais Cefan, uma das principais provas de 24 horas do país, contando com fortes nomes do cenário nacional. Entre os principais nomes, destacamos o tri-campeão Vanderley Pereira, atleta da equipe Acrimet, acostumado a estar nos lugares em destaque do pódium desta prova (três vezes em primeiro e uma vez segundo). Para fazer frente a ele, estava Marco Aurélio Farinazzo, multi-campeão em diversas provas nacionais e internacionais, entre ela Brazil 135 e Bad Water (sendo consideradas duas das três provas mais duras do mundo), uns fortes nomes para vencer a corrida. Destacamos também Sebastião da Guia, fuzileiro naval e ultramaratonista experiente, detentor de muitas marcas superiores a 200 km em 24 horas, atleta da casa, possuidor de todos os requisitos para vencer a prova. Porém, dentre todos esses currículos citados, caíram por terra durante as intermináveis 24 horas, onde Elias Pereira Lacerda terminou em primeiro com 214 km, Josias do Carmo em segundo com 208,8 km e José Raimundo Barbosa em terceiro com 208,3 km, formando o pódium masculino (apenas os 3 primeiros recebem troféu e premiação em dinheiro). Vanderley Pereira terminou em quarto, fazendo uma grande estratégia durante a prova, implantando um ritmo fraco no começo, ganhando posições no decorrer, estando nas primeiras posições no final da corrida, como de costume, mas uma bolha em seu pé o impossibilitou de brigar pelas primeiras posições, terminando a prova com 193 km rodados. Farinazzo e Sebastião da Guia abandonaram a prova. No feminino, Denise Paiva, recordista feminina da prova, correu sozinha, sem adversária para fazer frente e mesmo sofrendo com vômitos durante boa parte da prova, vencendo com 193 km, seguida por Ana Luiza de Farias em segundo, com 180 km e Ana Márcia Borges Gomes em terceiro, com 163 km. Os grandes atletas da equipe Acrimet estiveram presentes na prova, com o já citado Vanderley Pereira, Maria Helena Gastaldo, João Carrera, José Antonio “Parreira”, Dicler “Benevolente” Agostinetti e meu irmão, Pedro Luiz Cianfarani. Maria Helena fez 64 km, terminando em terceiro lugar em sua categoria. João Carrera, com seus 73 anos, percorreu 103 km, ocupando a segunda colocação de sua categoria.  José Antonio Parreira, que vem treinando cada vez mais nos últimos anos, concluiu a prova com 136,8 km, melhorando a cada prova, servindo como treino para Brazil 135 do ano que vem, prova esta que estará presente. Dicler Agostinetti, sentindo a falta de treino, decorrente a uma viagem, onde ficou por quase 20 dias sem treinar, não rendeu como de costume, terminando com 115 km. Já meu irmão, Pedro Luiz Cianfarani, fez uma excelente prova, batendo seu recorde pessoal, que antes era 165 km, terminando a prova com 167,6 km, mostrando que está cada vez melhor nas provas de longa duração, prometendo muito empenho na próxima Brazil 135 e quem sabe abaixar das 35 horas. Pedro relatou que se sentiu confiante desde o começo, tendo a certeza durante o decorrer da prova que conseguiria uma grande marca, devido ao excelente treinamento que realizou para a prova e principalmente, a presença de sua esposa, Claudia, que deu toda motivação e incentivo, essenciais para conseguir tão bela marca, terminando em décimo lugar geral masculino e segundo lugar em sua categoria, uma das mais difíceis entre todas (45 a 49 anos). Parabéns a todos esses guerreiros, responsáveis por levar a ultramaratona a diante, para que seja cada vez mais conhecida e respeitada. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

12 horas Day Nigth de Valinhos

Diante de um belo evento, bem organizado, com atletas de alto nível buscando suas metas, a segunda edição da ultramaratona 12 horas Day Night, realizada em Valinhos, no último sábado, dia 17 de Agosto, foi mais um capítulo bem sucedido escrito na história da Ultramaratona brasileira. Foi mais um grande desafio, onde guerreiros batalhavam por cada metro conquistado, posições alcançadas, havendo muito respeito e amizade entre os corredores. A prova foi realizada no parque Airton Senna da Silva, num percurso de 1325 metros, com algumas subidinhas leves, de piso rústico, de terra, areia e pedrinhas, difícil para a musculatura dos atletas. O charme eram os animais soltos pelo parque, como coelhos, patos, galinhas, entre outros, tornando um agradável visual. O grande vencedor na categoria Geral masculina, mais uma vez, foi Oraldo Romualdo, bi-campeão, que correu “sobrando”, sem adversários pra fazer frente, administrando desde o começo, fechando às 12 horas com 121,9 km rodados. Rogério Vaz chegou em segundo lugar com 113,9 km, Sérgio Menducci em terceiro lugar com 112,6 km, Delino Tomé em quarto lugar com 111,3 km, mesma distância percorrida por Adilson Ligeirinho, quinto colocado. No feminino, a grande campeã foi Gildiane Heusner, com 109,9 km rodados, superando a grande favorita Maria Claudia Souto, que após um bom começo de prova, acabou tendo alguns problemas físicos e mesmo com tais problemas, chegou em terceiro lugar, com 98 km. Nilda Claudino foi a segunda colocada, com 100,7 km. Dentre os Ultraloucos, José Antonio Parreira, após uma belíssima prova, se manteve o tempo todo na pista, terminando as 12 horas com 91,4 km, um bom resultado que serve de motivação para a preparação dos próximos desafios. Dicler Agostinetti, assim como Parreira, também fez uma bela prova, constante, terminando o tempo com 96,7 km, terceiro colocado em sua categoria (50 a 59 anos). Já Pedro Luiz, após uma queda de pressão com aproximadamente 4 horas, se recuperou e percorreu 95,4 km, terminando em quarto lugar em sua categoria (40 a 49 anos). Já minha prova (Beto Cianfarani), contei com um excelente apoio de minha equipe, composta por Aroldo Costa Neto, Fernanda Isaac, Henrique Costa e Samuel Cestari, que me deram total ajuda, fazendo um controle glicêmico a cada 5 km, me auxiliando em tudo. Após quase 11 horas correndo entre os 5 primeiros, tive uma queda de rendimento, impossibilitando a briga por um lugar no pódium geral masculino, terminando em sétimo lugar geral masculino e segundo lugar na categoria 30 a 39 anos, concluindo a prova com 107,3 km, uma “luz no fim do túnel”, após várias provas com baixo rendimento, sofrendo com problemas físicos. O evento contou também com as categorias Duplas e Quartetos, que deram velocidade a prova. Agradeço a Aroldo Costa Neto, pelo treinamento que vem mostrando resultados e todo apoio em todos os aspectos da prova. Agradeço aos integrantes de minha equipe de apoio por todo esforço e dedicação, aos meus companheiros “ultraloucos” de prova, por toda amizade e companheirismo. Muito obrigado ao meu Senhor Jesus Cristo, luz da minha vida, meu caminho a seguir, pois sem ti, Senhor, nada seria! Até a próxima aventura.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Ultra Desafio 50 Milhas - Etapa Morungaba 2013

Quando alguém aceita enfrentar um desafio de 50 milhas, aproximadamente 80 km, já é esperado por este encontrar muitas dificuldades, principalmente quando tal prova é classificada como corrida de montanha. Mesmo já prevendo tais dificuldades, todos aqueles que encararam as 50 milhas de Morungaba, organizada pela Ultra Runner Eventos, foram surpreendidos pela extrema dificuldade, frutos das “destruidoras“ subidas e do forte calor, que fez no dia da prova.  O vencedor no masculino foi Oraldo Romualdo, com o tempo de 8 horas e 51 minutos, 11 segundos apenas do segundo colocado, Ornaldo Fernandes de Lima. Reinaldo Tubarão em terceiro lugar, com 9 horas e 04 minutos, Delino Tomé em quarto com 10 horas e 46 minutos e José Roberto da Silva em quinto, com 10 horas e 48 minutos, fecharam o pódium masculino. No feminino, a grande vencedora foi Marcia dos Santos, após 10 horas e 55 minutos de muita luta. Entre os Ultra-loucos, Pedro Luiz terminou a prova após 11 horas e 57 minutos, ocupando a 8ª posição geral masculina. Outro a completar a prova foi Gecier Gomes, com 13 horas e 39 minutos, terminando na 15ª posição geral masculina. Dicler Agostinetti e José Antônio Parreira também enfrentaram o desafio, mas acabaram abandonando a prova, motivados pelo forte calor, automaticamente pelo grande desgaste nas intermináveis subidas. Se uma ultramaratona visa chegarmos a nossos limites, com certeza as 50 milhas de Morungaba alcançou o objetivo. Parabéns a todos os guerreiros que enfrentaram este grande desafio.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Um guerreiro no IRONMAN Brasil 2013

Acostumado com as inúmeras dificuldades proporcionadas pelas ultramaratonas, estando sempre entre os melhores, Agnaldo Sampaio resolveu encarar um novo desafio, tão difícil como sua modalidade, determinado a cruzar a linha de chegada de toda maneira, o Ironman Brasil, realizado em Florianópolis. O Ironman é um triátlon de longas metragens, praticado por atletas de extrema resistência. Na natação, os atletas percorrem cerca de 3,8 km, tendo na sequência 180 km de ciclismo, finalizando a prova com 42 km de corrida, uma maratona. Percorrer isoladamente cada um desses itens já seria uma batalha duríssima, quanto mais os três de uma só vez. Sabendo do tamanho do desafio, Agnaldo não conseguiu se preparar de maneira que queria , mas iria usar toda sua experiência para cruzar a linha de chegada, além do que seria seu maior medo, a natação. Sem obter o hábito de treinar natação, ele sabia que seria na água seu maior desafio, superar o 3,8 km de natação, ainda no mar. Agnaldo contou com o apoio e orientação de Marcelo Ramos, o China, atleta que várias vezes completou o Ironman, além de outros triátlons. Após muita luta nas águas, o guerreiro Agnaldo Sampaio, completou a parte de natação, após 1 hora e 58 minutos, tirando um “piano” das costas, pois o pior havia passado. Mesmo saindo entre os últimos da água, no início do ciclismo percebeu que estava recuperando muitas posições com o passar do tempo. Terminou a parte do ciclismo após 7 horas e 40 minutos, restando a parte que tanto domina, “apenas” 42 km de corrida, uma “sobremesa” para alguém que esteve tanto tempo em situações pouco praticadas. Motivado e emocionado em alcançar mais um grande feito em sua carreira esportiva, Agnaldo Sampaio concluiu os 42 km em 4 horas e 15 minutos, 14 horas e 22 minutos no total, mostrando que a resistência, independente da modalidade, está em sua raiz. Parabéns Agnaldo Sampaio, por mais este desafio concluído!