quarta-feira, 30 de maio de 2018

Badwater meu maior desafio - por Pedro Luiz Cianfarani




Desde fevereiro quando fui selecionado para uma das provas mais difíceis, Badwater,  prova realizada no deserto do Vale da Morte na Califórnia, com 217 km e temperatura de 55 graus , minha rotina de treinos mudou bastante, com alguns treinos de rodagem, outros mais técnicos, mais períodos no dia e intercalando também Pilates e treinamento funcional com meu irmão Beto, que me orienta bastante, uma coisa que acrescentei foi uma suplementação nutricional, coisa que em 20 anos de corrida nunca fiz. Acabei fazendo um treino de luxo utilizando a excelente estrutura das 12 horas de Piracicaba que por sinal coincidiu com meu aniversário, podendo assim comemorar de forma inesquecível com meus amigos Ultraloucos e minha querida esposa Claudia, que fez sua primeira prova longa revezando 6 horas  com uma amiga Ângela que estava de passeio aqui no Brasil. Realmente foi uma festa maravilhosa com direito a faixa em minha homenagem e o melhor de tudo foi ver a Claudia subir no podium em segundo lugar depois de liderarem a prova quase o tempo todo e ainda havia mais surpresa, no quase no final da prova muitos amigos Ultraloucos  saíram de SP para comemorar meu aniversário. Em resumo foi um aniversário especial para nunca se esquecer.
A preparação não para e já planejo alguns treinos com a ajuda da família Ultraloucos, inclusive pretendo finalizar meu último longo percorrendo todo o Caminho do Sal, pegando a Mogi – Bertioga até Bertioga.
Os treinos não param!!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

O ano começou com tudo para os Ultraloucos


Muito tempo se passou, desde minha última postagem. Muitos treinos realizados, alguns bem sucedidos, outros contendo fracasso. O calendário nacional de ultramaratonas rolando, pegando fogo, agitando nossos atletas “insanos”, cada um em sua prova, mas todos desafiando seus limites. No início de 2018, a atenção sempre fica voltada pra Br135, prova mais famosa em território brasileiro no segmento de Ultramaratona. Meu irmão Pedro Luiz pretendia fazer essa prova em revezamento, para não comprometer os 300 km do “O Desafio”, que aconteceria em Março e quem sabe conseguir participar da Badwater, prova que acontece no Vale da Morte, nos EUA, em julho. Mas para participar da Badwater, Pedro precisaria de índice em alguma seletiva e a Br135 seria sua única opção para estar presente. Assim, ele foi “forçado” a participar da Br135 e desistir de fazer os 300 km do “O desafio”, para não sobrecarregar seu corpo e chegar inteiro na Badwater no mês de julho. Dando tudo certo, Pedro treinou bastante no final de 2017 e início de 2018 e enfrentou os 217 km da Br135, conseguindo se classificar para a prova americana, voltando todas as atenções para ela. Algum tempo depois da Br135, que foi realizada no final de janeiro, os Ultraloucos voltaram suas atenções para os 300 km “O Desafio”. Vários atletas experientes estavam na prova, para encarar a belíssima estrada Real, no sul de Minas Gerais, na difícil distância a ser percorrida. Dentre vários amigos participantes, Leandro Maruzi,  José Antônio Parreira e Gecier Gomes estavam motivados a terminar a prova, mesmo sabendo que a entrega pra tal feito seria dificílima. Infelizmente Leandro acabou se lesionando e abandonando a prova na metade, com 150 km rodados, integrando a equipe de apoio de José Antônio Parreira, incansável, que estava determinado a completar. Após 64 horas de prova, Parreira de forma incrível, completou bravamente os 300 km propostos, concluindo a maior ultramaratona em solo nacional e Gecier guerreiro ate o final completou em 70 horas e 53 min.  Já este que vos escreve, encarei a categoria 150 km do “O desafio”, mas acabei sucumbindo um pouco antes dos 80 km. Vida que segue... O ano está apenas no início e muitas coisas estão para acontecer e certamente serão relatas no blog dos Ultraloucos!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

É Natal - por José Carlos

É Natal

Quinta feira dia 21/12/2017 nós ultraloucos saímos pelas ruas de São Bernardo do Campo, para mais um treino, como tantos outros que fizemos durante todo este ano. Mas este dia foi diferente e muito especial, estávamos em estase e curtindo o clima Natalino, e percorremos o trajeto cantarolando com muita alegria,e acenando para todos os frequentadores dos bares, dos parques, os moradores das casas, os que estavam nas ruas, todos devolviam com o mesmo carinho nossas saudações de Feliz Natal, e dava para perceber que curtiram e aproveitaram este momento com a mesma alegria com que todos nos aproveitamos. Foi uma verdadeira festa, e teve até distribuição de balas para as crianças e adultos também. Além de deixarmos um pouco da nossa contagiante alegria pelas ruas, pudemos ratificar a abençoada amizade desta maravilhosa equipe de Ultraloucos.

Jingle Bell, Jingle Bell. Ho! Ho! Ho! Feliz Natal para todos.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Dora Marquetti - Sinonimamente heroica

Realizar uma corrida, independente da distância, precisa acima de tudo disposição e iniciativa. Disposição muitas vezes para sair de um histórico sedentário, com vários pequenos problemas embutidos, que normalmente colocariam muitas pessoas presas em suas casas. Iniciativa para dar o primeiro e mais importante passo, na expectativa de colocar em prática todo sonho de se tornar um atleta e aos poucos buscar seus objetivos dentre as mais diversas provas existentes. Quantos exemplos contemplamos em nosso dia a dia, atletas vencedores de grandes provas renomadas, guerreiros que passam por cima de toda falta de incentivo, de nosso desestruturado país. Atletas que nos inspiram por suas superações, transpassando as dificuldades, tornando-se referência nas corridas de rua brasileira e por que não dizer do mundo. Esses inspiradores vão além da fama, status e holofotes, por seus patrocínios e tempos em provas afamadas. Quantos corredores que convivemos que superam todos os seus problemas, sejam eles extrema pobreza, reabilitações de acidentes, depressão profunda, ou seja lá qual for o abismo, esses corredores inspiradores, estão ao nosso lado, tão ou mais incríveis que muitos “Vanderleis, Marilsons e Giovanis”, pessoas vencedoras, dentro e fora das pistas, que além de seus caráteres ímpar, são verdadeiros guerreiros, amantes da corrida, que inspiram muita gente, mesmo sem os aplausos do público, os mimos das marcas esportivas e a pressão da mídia. Uma dessas incríveis guerreiras, exemplo a cada Ultralouco que leva seu corpo ao extremo em cada aventura é Doralice Marquetti Vanzetto, uma atleta de extremo valor, seja pela amizade, por seu caráter e por seus resultados. Dora, como é mais conhecida, vem nos últimos 20 anos demonstrando seu valor dentro das pistas, por suas conquistas, mas muito além pela pessoa extraordinária que é, onde cada parte de seu interior demonstra a excelente esposa que é, mãe, amiga e guerreira nas pistas. É através desse humilde texto, que os Ultraloucos vem, com muito carinho, desejar muitos anos de vida, Parabenizando por seu aniversário e destacando a toda nação de corredores o teu extremo valor... Parabéns Dora! 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Encarando às 12 horas de Piracicaba

Seguindo caminhos distintos dentro da corrida de rua, meu irmão Pedro Luiz e eu, traçamos um alvo em comum em nosso calendário de provas. Pedro vem se dedicando às provas mais longas, de mais de 200 km, onde sua incrível resistência lhe destaca. Já eu, venho participando de vários tipos de prova, menos provas longas, para dar uma variada nos estímulos. Dessa forma, Pedro mesmo vindo de uma lesão que lhe fez parar por aproximadamente 30 dias, estava com a resistência em dia, e eu, mais rápido do que o habitual, ele sem muita velocidade e eu pouquíssimo resistente. Escolhemos formar uma dupla e participar das 12 horas de Piracicaba, organizado pela Gaia Esportes. Cada um correria aproximadamente 6 horas e como um treino de luxo, formaríamos uma equipe, afim de nos divertir no meio esportivo. Em meio a isso tudo, ganhamos a companhia de Dicler Agostinetti, que resolveu encarar as 12 horas sozinho, na categoria solo. Mais que uma competição, seria uma diversão que estaríamos ingressando. A prova seria em um agradável parque da cidade de Piracicaba, numa pista que envolvia um belo lago. Várias categorias, em várias provas distintas, num mesmo evento, deixavam o parque repleto de atletas, vindos das mais diversas partes do Brasil. Nossa estratégia era cada 10 km revezar, tendo um tempo suficiente para recuperar as forças e voltar em condições de fazer uma corrida agradável. Já Dicler, estaria em carreira solo, durante as 12 intermináveis horas. Pedro largou e mesmo inseguro pela lesão que lhe afligiu dias antes, conseguiu imprimir um bom ritmo, percorrendo seus 10 km e me passando a vez, pra fazer minha parte. Estava me sentindo muito bem, corri com muita tranquilidade, economizando energia, pensando na prova como um todo, sabendo que ficaríamos o dia inteiro ali. Com o passar do tempo, a temperatura foi aumentando, o desgaste crescendo. Nosso receios se concretizaram... Pedro sentiu um forte desconforto na região que sentiu a lesão, já eu, sofri com a falta de volume, em meus treinos curtos dos últimos tempos. Pedro diminuiu a velocidade pela lesão, enquanto eu lutava com a exaustão física. Após 8 horas de prova estávamos revezando a cada 5 km, nesse momento sabendo que estávamos em quarto lugar, bem próximo da dupla terceira colocada. Enquanto isso, o Dicler seguia sua jornada, administrando o cansaço, buscando alcançar o máximo de km possível. Somente as 3 primeiras duplas subiriam ao pódio e seriam premiadas. Claro que queríamos estar entre elas, mas nossa situação física não estava nos favorecendo, estando o tempo todo atrás da dupla adversária, que inclusive fizemos amizade durante a prova. Quando faltava menos 20 minutos pra encerrar as 12 horas, com algumas inversões na estratégia, conseguimos ultrapassa – los e fechar a prova em terceiro lugar, com 133,6 km rodados, numa improvável recuperação. Já Dicler, fechou a prova com 81 km, lhe rendendo o segundo lugar em sua categoria. Mais do que buscar por posições,  almejar premiações ou qualquer outra coisa, estar nessa vibe e se esforçar ao máximo, sem dúvida, é o combustível para estar presente em mais um desafio!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Pedra, flor e espinhos - Bravus Race -- Por Carol Máximo

Como acorda uma mulher de 36 anos, comprometida, filho e com sua profissão?  Quais as vontades, desejos e ações de uma mulher dessa idade? Não sei. Mas eu acordo com vontade de adrenalina! 
Rotina pra mim é como pastel sem recheio, céu sem sol. Não existe graça nenhuma.
Sou movida a desafios, surpresas, emoções. Sou pura energia, força,  garra, competitividade. Uma criança presa a um corpo que graças à Deus, não condiz com minha idade. 
Sou corredora. Cheia de troféus. 1°, 2°, 3° lugares em diversas modalidades.  Até stand up paddle me atrevo a competir. E ganhar!
O que mais falta? Preciso mudar os ares, afinal, não posso deixar tudo cair na rotina. Porque não competir novamente na Bravus race?  A Bravus é uma corrida de obstáculos,  ou seja, uma corrida com percurso determinado e obstáculos durante o percurso. Nessa etapa o percurso era de 10 km e 24 obstáculos.
Sim, é isso. Vou correr a Bravus race. 
Para se disputar um troféu você precisa se inscrever na modalidade elite e disputar com os feras, os top de todo o Brasil. Será que estou apta a isso? 
Bom, assim, mudam os treinos, o treinamento fica mais duro, pesado. Mais tempo na  academia menos tempo em casa. Mais  tempo correndo menos tempo na balada. Mais tempo focada em exercício menos tempo focada no trabalho. 
Músculos crescem. Dieta mais controlada. O corpo se moldando e já se preparando. A cabeça?  Essa já nasceu preparada! 
Nervosismo inevitável. No dia da prova fazia 13°. Só pensava na lama, na piscina de gelo, no choque, nos obstáculos mais duros que iria passar.
Concentração na largada. Categoria elite feminina e masculina juntos. Muito músculo, muita energia, muito sangue nos olhos,  muita vontade, muita gente junta. Todo mundo buscando o seu melhor, um troféu quem sabe. 
São 7:15 e é dada a largada.
Os primeiros obstáculos são fáceis.  São muros de 2 metros que devemos atravessar. Sem nenhuma ajuda. Pra quem treina é até que fácil. O nome desse obstáculo é "Barricada ".
O próximo é o "Força Motriz". Carrega se mais de 12 litros de água num galão por um trecho determinado. 
No "Andar do urso" rastejamos por uma trincheira. Arame farpado por cima da lama.  Impossível terminar esse obstáculo sem arranhões e dor nos braços. 
O quarto obstáculo foi marcante pra mim. Eu já havia passado a maioria do pelotão mas a minha frente estava a minha maior adversária. Ela havia ganho nada menos do que 9 vezes a Bravus. E no "Alcatraz" , onde se atravessa 300 metros preso a um bloco de 20 kg, eu ultrapassei a atleta. 
A partir daí liderei a prova toda até o final.
Passei pelo "King Kong argola". 10 metros pendurada como um macaco.
O "Muro das lamentações " mais um muro  de 2 metros . 
O "Pithall" a "Serra pelada" são obstáculos com muita água e lama. O "Brutus" exige força ao carregar um tronco por vários metros nas costas. 
O "Teia de aranha" é uma enorme rede esticada no chão que atravessamos rastejando embaixo dela e sobre a lama. 
O "Meia tonelada" possui sacos de 18 kg para ser atravessado num percurso longo. 
Já no "Quebra peito" carregamos tronco de madeira pelo percurso.
No "Hércules ", sacos de 10 kg devem ser erguidos a uma altura de 5 metros.
O "Muro invertido" é similar aos outros muros da prova, assim como a "Muralha da China". 
Logo em seguida vem o "King Kong duplo" similar ao outro King Kong. 
Tivemos o "Jump na corda". Na sequência o "Swing do gorila", passamos por uma piscina como Tarzan. O "Jump heroes" com uma plataforma de 10 metros de onde saltamos para uma piscina. Dá medo mas rende fotos incríveis. 
No "Brutus" você também carrega peso nas costas.
No "Cubo giratório" também se atravessa uma piscina só que o desafio é atravessar cubos gigantes. 
O "Monte bravus" é um dos mais temidos. Uma rampa de 4m para subir com impulsão,  força e velocidade.
Nos dois últimos obstáculos já foi consolidada a minha vitoria.
Então chega a hora de atravessar o "Sibéria". Uma piscina de gelo onde devemos atravessar mergulhando. Afundar naquela água congelante paralisou meus músculos e me fez perder o ar. O frio de São José dos Campos aumentou a sensação de frio para todos, fazendo uma das atletas de elite ser socorrida com hipotermia. 
Pra finalizar o "1000 volts" . Redes de fio desencapado que dão choque mesmo. Neste eu caí próximo do final por conta de um choque que fez minhas pernas paralisarem. Terminei obstáculo rastejando, cansada, exausta na verdade,  mas vitoriosa. Me levanto, ergo a cabeça.  A essa hora não preciso mais correr. Minhas adversárias estavam longe. Cheguei andando, plena, com frio, esgotada, com alguns roxos, arranhões, mas completamente feliz.
Faria tudo de novo. 
Treinaria pesado até quase desmaiar de novo.
Deixaria de ir ás baladas de novo.
Sentiria cada dor no meu corpo de novo.
Tudo pelo gosto da adrenalina. 
Porque o único passo entre o sonho e a realidade é a atitude. Rompa suas barreiras mentais. O sucesso é uma questão de vontade,  ação e dedicação. 
É no fogo que o ouro é moldado. 
Sou pedra, flor e espinho. 
Meu nome é Carolina Máximo. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Ultra Desafio de Morungaba 2017

Por: José Carlos Esbrissa

Momento 1
São 4:00 horas da madrugada, o dia começou cedo em pleno sábado, as 4:32 horas disparei minha primeira mensagem enviada pelo Whatsapp para a equipe ultraloucos, “Espero que todos estejam acordados e preparados” de bate e pronto foram respondendo e enviando as mensagens de que estavam acordados e se preparando para o dia “D”. As 5:10 hs todos estávamos juntos no lugar marcado para nosso encontro, e para minha surpresa ninguém atrasou, coisa de gente comprometido com a equipe e com seus objetivos.

Momento 2
Partimos rumo a Morungaba no horário combinado, numa caravana composta por 3 carros, 1 carro já tinha ido no dia anterior, a viagem teve uma parada para nosso merecido desjejum, onde pudemos descontrair e jogar um pouco de conversa fora, por sinal muito agradável.















Momento 3

Chegamos em Morungaba aproximadamente uma hora antes da largada, pegamos o Kit promocional, e começamos os preparativos para o início do grande desafio, todos aproveitaram para a troca de experiencias, ouvir atletas veteranos com muito conhecimento de muitas provas realizadas, como nossos ilustres amigos,  Dicler, Parreira, Oracha, Shimpei e o Vagner, tinha também os não tão rodados em provas, como José Carlos (Eu),  e o Eduardo, e os loucos por provar sua primeira experiencia em desafios de Ultra desta magnitude, como a Tatiane, a Dora e o Fernando, e para sua maior e primeira distância de 25 KM estava o Sidnei. A ansiedade tomou conta por todo o tempo de preparação, conferir os alimentos, os suplementos, os materiais de primeiros socorros, lanterna, todo o cuidado para não faltar nada.











Momento 4
A largada foi dada exatamente no horário marcado pela organização da prova, precisamente as 9:00 horas da manhã, logo a adrenalina tomou conta de todos, podíamos perceber em todos os atletas, amigos e desconhecidos que vieram de todos os lugares deste mundão de meu Deus, mas que por um dia inteiro pareciam que todos se conheciam, tamanha é a solidariedade com que os atletas se tratam durante todo o tempo do desafio. Subimos montanhas, passamos por trilhas, matas fechadas, terrenos adversos, descidas e tudo o mais, começou de dia e terminou a noite, o dia pareceu passar em pouquíssimas horas, nem deu para perceber o tempo passar.

Momento 5
A chegada, o final do desafio tem um sabor especial para cada um, gente que ri, que chora, que grita, que pula, abraça um amigo, abraça desconhecido, faz amizade, um sentimento inexplicável sentido por quem tem o privilégio de concluir um desafio deste porte. Todos os amigos ultraloucos conseguiram terminar a prova com dores, cansaço, mais tudo dentro do previsto e esperado e de forma gloriosa, afinal de contas este foi um ultra desafio, o nosso ultra desafio. Parabéns meus queridos amigos, levarei estes momentos para sempre em meus pensamentos e no meu coração, obrigado pelo companheirismo, vocês fazem a diferença.
Eu sou um ultralouco, eu vivi está experiência, eu tenho o que contar.