quarta-feira, 20 de maio de 2020

POSSO TREINAR DURANTE A PANDEMIA? Veja o ponto de vista dos Ultraloucos

Quando o mundo foi surpreendido com o tema Coronavírus, o suposto estrago que ele causaria, abalou quase todos os pilares da sociedade atual. O medo era tamanho com o risco eminente em perder a vida, que inicialmente não se sabia como seriam nossos próximos meses e nossas rotinas. Com o crescente número de novos casos, várias orientações foram surgindo, em como sair de casa, o que evitar, os locais de maior risco de contágio, o desespero foi tomando conta das pessoas e tudo, aos poucos, foi parando. Até mesmo o viciante treino da galera, seja pra corredores, ciclistas, cross fit, marombeiros, tudo foi abalado. A grande pergunta era: treinar pode me prejudicar em meio a pandemia do Covid19? Claro que os “cavaleiros do Apocalipse”bombardearam as redes sociais, dizendo que treinar não era aconselhado, levantando várias teorias insanas, que só aumentavam o pânico nas pessoas e as afastavam de algo que lhe trariam benefícios, como atividade física. Mas logo profissionais da área, pesquisadores, cientistas, pessoas de bom senso, trouxeram de forma prudente e esclarecedora o benefício da atividade física nesse momento de medo, onde o emocional está totalmente abalado, pessoas trancadas dentro de suas casas, aumentando ainda mais a inatividade física e suas consequências. Foi orientado que a atividade física em intensidade leve a moderada, em volumes não tão altos ajudaria a estimular o sistema auto imune e assim estarmos mais fortes contra possíveis inimigos. A grande orientação era evitar aglomerações, contato interpessoal, entrar em contato com coisas que outras pessoas haviam tocado e não fora higienizado. Assim muitos lugares já foram descartados, como academias de musculação, cross fit, funcional e afins. As atividades ao ar livre e de preferência sozinho estava sendo indicado. Mas logo, mais uma vez, os “cavaleiros do Apocalipse “ vieram com mais novas teorias, sobre o caos e o fim dos tempos que a corrida poderia promover. Muitos estavam treinando literalmente no meio do mato, com contato zero com a civilização, onde o risco de tropeçar numa cobra era infinitamente maior do que qualquer vírus ou bactéria. Outros escolheram horários e circunstâncias que afastariam de qualquer contato pessoal, minimizando assim os riscos, segundo os especialistas. O ponto é que já estamos quase 3 meses nesse imbróglio e não sabemos quanto tempo mais vamos ficar. A atividade física faz sim, muito bem a saúde física e mental, ajudando muito nossos corpos e principalmente nossos ânimos, pra ajudar nessa batalha com tempo indeterminado. Mas é claro, falando de corrida, independentemente da estimulação ou supressão do sistema auto imune, não teremos, provavelmente, provas nos próximos meses, treinos exaustivos, alta intensidade não teria necessidade, seria somente riscos desnecessários de lesão, num calendário futuro indefinido. Os treinos devem seguir as orientações de não compor aglomerações, de preferência sozinhos ou num pequeno grupo. As regras de distanciamento também ajudam a diminuir o risco, seguindo as ordens de evitar contatos físicos e toda questão de higienização. Se podemos ser inteligentes e usar uma ferramenta ao nosso favor, de forma segura, por que não usá-la? O problema nunca esteve na corrida e sim no contato físico e próximo à outras pessoas, seguindo os procedimentos corretos o treino deve sim continuar!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Força Caio - BR 135 - por Dicler


ULTRALOUCOS queridos,  muito obrigado. Sem a emanação da energia enviada por vocês, com certeza tudo teria sido muito mais difícil. Foram momentos de muita tensão,  com um calor de torrar os miolos,  subidas intermináveis onde vc acha que o inferno é  para cima, e quando você acha que tudo está ficando sob controle, São Pedro abre as portas do Céu e manda uma tempestade tal, que você se pergunta: o que é que estou fazendo aqui ??? 
A tempestade passa e a bonança não vem. Só  lama e mais montanhas . Já não consigo mais correr. Muitas dores pelo corpo e muitas bolhas nos pés. 
Devagar e sempre.  Passos de bebê. Desistir jamais. Consuelo dizendo: fica  tranquilo,  já deu tudo certo.  Tudo isso no pensamento e no coração. Pedrinho foi para frente. Parreirinha,  ombro a ombro. Um fortalecendo o outro. Muitos momentos de silêncio.  Foco no objetivo.  Nada mais.  O dia amanheceu,  agora já não falta muito.  Zitei aparece do nada,  dando-nos uma injeção de ânimo.  Estamos juntos. Logo aparecem Cláudia e Pedro,  dois incansáveis. Passos de bebê.....desistir jamais...... Acabou, venci, vencemos, mais uma. Beto querido,  meu irmão caçula,  muito obrigado. Consuelo querida,  muito obrigado.  Cláudia e Pedro, muito obrigado.  Parreira querido,  estivemos juntos toda a jornada. Muito obrigado.  Na corrida como na vida desistir jamais. Obrigado ULTRALOUCOS queridos.
Quero aqui dizer que um GRANDE amigo e irmão vem passando por uma prova de vida terrena que poucos passaram,  ou passarão.  Esse obstinado,  resolveu não desistir de seus objetivos,  na sua vida e na corrida. Gecier querido,  vc correu para a vida. Um VIVA a vida. Estamos juntos.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

DESAFIO SOLIDÁRIO SBC

Dando sequência a ideia de ajudar famílias que estejam passando por dificuldades, os Ultraloucos, juntamente com a Academia Italy, traz pra São Bernardo do Campo o primeiro Desafio Solidário SBC, com a intenção de reunir corredores da região (e todos aqueles que estejam afim) para promover um desafio nas esteiras da academia Italy e fazer uma grande ato de solidariedade, reunindo alimentos não perecíveis e ajudando ao banco de alimentos de São Bernardo do Campo. A inscrição será por ordem de chegada e terá o limite de 120 pessoas, levando em consideração o número de esteiras que teremos no Desafio. Limitamos séries de 30 minutos aos corredores, para que todos consigam participar e fazer parte dessa iniciativa de simplesmente ajudar o próximo. Claro que aqueles que não podem correr, mas queiram contribuir podem fazer parte do evento. O objetivo maior é a arrecadação de alimentos, estimulando a todos a contribuírem um ou mais quilos de alimento, aquilo que as condições de nossos convidados permitirem. Pra dar uma motivada na galera, estaremos premiando as 3 maiores distâncias no masculino e feminino nos 30 minutos. A regra pra participar da maior distância é muito simples. O atleta correrá os 30 minutos sem parar e não poderá segurar nas laterais. Independente do quanto cada um correrá, o mais importante é todos que lá estiverem estejam cientes que nesse evento a competição dará espaço para a amizade e solidariedade.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Bolívia, acima de qualquer expectativa... Por Márcio Zitei

           Em meados de 2019, fui convidado pelo amigo Pedro Cianfarani para dar apoio em uma prova de resta um; Como primeiro desafio, tive que ver como seria essa prova para saber em como eu poderia dar apoio em uma competição inédita, prova em circuito de 6 km e 700 metros; A prova consistia em realizar a volta de 6700 metros, num percurso bem acidentado, antes de 60 minutos, iniciando mais uma volta em mais 60 minutos, assim sucessivamente, sendo eliminado quem
estourasse o tempo, sendo o campeão o último que sobrasse. O segundo ponto a ser pensado seria como conseguir dar apoio em um país que nunca pensei em visitar, não conhecia nada sobre, principalmente sobre o local da prova, Millares um vilarejo pertencente a Potosi (cidade) que estava em festividade pelos 107 anos de fundação...
           Como gosto de desafios e também ajudar os amigos em apoios nas corridas, aceitei o desafio com a responsabilidade da Claudia (esposa do Pedro) que ele só iria correr se tivesse meu apoio...
No dia 21 de outubro de 2019 embarcamos para a Bolívia, via Santa Cruz e depois Sucre, cidade base para nossa logística, desta forma só iriamos para Millares no dia da prova, que ficava cerca de 1 hora de distância. Em Sucre nos deparamos com o início das manifestações políticas da Bolívia contra a apuração dos votos para a Presidência daquele país. Mesmo assim, logo percebemos o quanto a Bolívia era acolhedor, histórico, cultural e gastronômico... Após dois dias de passeios e adaptação à altitude, cerca de 2.800 metros, fomos treinar na véspera da prova em um parque dentro da cidade para ambientar a corrida na altitude...
          Finalmente chegou o dia da prova, acordamos cedo e às 5:30 horas
partimos de táxi para Millares, ansiedade para saber o que nos esperava naquele local, como seria a recepção das pessoas, local para ficar, alimentação, hidratação.... Quantas interrogações !!
          Logo que chegamos toda essa ansiedade foi tranquilizada, isso porque tivemos uma ótima recepção do organizador Iso Yucra e sua equipe de apoio, ou posso dizer que toda a comunidade seria sua equipe de apoio, o evento parou a cidade, prepararam várias tendas e aos atletas de fora que foram correr, tinha uma barraca e colchão inflável, uma tenda para cada um, água, gelo e alimentação disponível...
          Bem, antes ainda do início da corrida, tivemos muitas fotos, entrevista para uma rádio de Sucre ao vivo (o Pedro ficou famoso) e muita emoção em ver todas as crianças ficarem ao lado da largada, esperando os atletas passarem para cantar e torcer...
         Iniciada a prova, todos saíram correndo para completar o circuito dentro de 01 hora para que pudessem continuar na competição, o Pedro largou bem tranquilo para conhecer o percurso e não se desgastar devido ao sol, altitude e não ficar muito parado a cada término de cada volta.
          Ao término da primeira volta, o primeiro colocado fez em 27 minutos, o Pedro em 50 minutos, bem conservador, mas agora com a ideia formada de como era o percurso, e para falar a verdade era muito difícil, com muitas subidas, pedras soltas e até passagem por um rio que estava seco...
          Durante as 16 horas que a prova seguiu, adentrando na noite e dificultando ainda mais o percurso, a competição foi finalizada com o Pedro ultrapassando a volta acima de uma hora, ficando em segundo lugar, após deixar muitos atletas para trás. Tivemos a certeza que poderíamos ter ido mais longe, mas a experiência neste tipo de competição, circuito, altitude... temos a certeza que aprendemos muito, méritos ao Roberto de 20 anos, morador de Sucre que foi o grande vencedor.
          Durante a realização da prova, tive a oportunidade de ver crianças (meninos e meninas) de 8, 9 e 10 anos, correrem como gente grande, todos com tênis simples, de shorts ou calça, mas correndo com uma vontade, velocidade e resistência, correram mais de 20 km... uns em cerca de 40 minutos a cada volta... sem contar as senhoras que correram de sandália e saia... típico de vestimenta local .... Falar o que quando temos tênis próprio para distancia curtas ou longas, roupas e equipamentos adequados... eles corriam com alma, nunca tinha visto, quando chegavam cheios de sede, bebiam água, refrigerante e até comiam frutas, mas logo estavam prontos para largar na próxima volta...
          A Premiação foi na quadra da escola da cidade, parou tudo, todos foram prestigiar os grandes atletas, cada um na sua modalidade e distância percorrida, muitas fotos, palmas e emoções... Muitas mães pedindo para tirar foto de seus filhos com o Pedro, era referência para aqueles ňinos (meninos), sem contar os adultos, corredores ou cidadãos que também esperavam sua vez para tirar foto com o Pedro... quanta simplicidade e energia !!!
         Após a prova, tivemos café da manhã oferecido pela comunidade, almoço na casa do organizador e convite para ajudar na prova de 50 km que seria realizada daqui a dois dias, claro que aceitamos, mas essa é outra história...

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Retornado no Taquaral com a estreia da Claudia nas Ultras



          No último dia 24 e 25 de agosto a família Ultraloucos  retornou ao parque Taquaral em Campinas, para as 24/12 horas. Prova realizada em uma pista de 2725 m. Eu (Pedro) , Parreira e Leleo faríamos as 24 horas e, Dicler, Vagner e Claudia, minha esposa, fariam as 12 horas. A atenção ficou por conta da estreia da Cláudia nas provas longas.
         Podemos dizer que foram duas provas distintas. A  primeira metade com muito calor durante o dia, normal para Campinas e uma madrugada gelada. Temos que estar preparados para esses ambientes e suas variações.
        Foi uma prova sem maiores novidades, onde todo ultralouco mostrou muita garra e preparo para enfrentar esse desafio em uma pista de terra batida. Quero aqui salientar a primeira ultra maratona da Claudia, em que sua intenção seria ficar na pista pra me acompanhar. Dei algumas dicas para ela ficar maior tempo possível  na pista e assim ela conseguiu correr toda madrugada sem se preocupar com qualquer colocação ou distância. Quando saiu a última parcial de classificação, às seis horas da manhã, vi que ela estava na sétima colocação geral e segundo na categoria. Avisei-a sobre sua posição, deixando-a motivada para terminar a prova com mais garra ainda e nessas últimas horas pode contar com o pace do amigo João Morelli,  terminando na sexta colocação geral e primeira na categoria, percorrendo 79 Km.
          Como já falei nas redes sociais, fiquei muito feliz e orgulhoso com seu desempenho, portando-se como uma veterana na sua estreia em longas distâncias.
         Gostaria de agradecer nosso amigo Marcio Silva, que mesmo tendo compromissos se dispôs a nos ajudar no apoio.
         Parabéns a toda a família Ultraloucos presentes no desafio e em especial a minha amada Claudia que fez sua estreia com a garra e a grandeza de uma veterana.



quarta-feira, 19 de junho de 2019

Iniciação de um Ultralouco - Pelo Estagiário Filipe


Sexta-feira, véspera do primeiro treino pra ultramaratona que iria fazer, e comecei a sentir a garganta raspar... logo começaram a vir os calafrios, dores no corpo, febre... me deitei e já pensei que não conseguiria acordar no dia seguinte para o treino... foi quando minha mãe veio com um chá de leite queimado com canela, receita que ela viu na internet e seria boa para a garganta... bom, não custava nada tomar... fui e tomei, e tinha que tomar muito quente, mesmo queimando o céu da boca todo, senão não faria efeito... e eu que não esperava nada, em minutos, a febre começou a baixar, o corpo a recuperar e peguei no sono... suei a noite toda e quando acordei para o treino parecia que nunca tinha ficado doente! Me arrumei e fui para o maior desafio que já tive, afinal, o máximo que já havia corrido foram 42 kms, a maratona de SP...

Só sei que quando você ler em algum lugar que ultramaratona é surreal, que o corpo tem que estar muito bem preparado, só não mais que o psicológico, acredite... e cada km vale, cada km tem uma história diferente, cada km tem uma dor diferente e uma motivação diferente... do km 1 ao 17 até a primeira balsa, estava muito bem, subindo todas as pirambeiras bem tranquilo, porém quando chegou a primeira balsa e sentei, o corpo já relaxou, as pernas sentiram e do km 17 ao 29 foi bastante sofrido e de administração... tinha tomado um gel no km 15, outro no 30 (agora sei que preciso suplementar melhor para aguentar bem), mas o que me salvou por incrível que pareça foi a coca-cola com toda sua cafeína e sódio! Nos outros 7 kms até a terceira balsa estava novo em folha! Aí aconteceu algo que eu já sabia, porém não estava acostumado... almoçar no meio do treino para aguentar a volta! Macarrão com ovo! E tem que comer, porque depois dos 30 kms, a quantidade de nutrientes perdidas é algo preocupante! Eu nunca tinha voltado ou começado a correr logo após uma refeição e para mim foram 2 kms de dores abdominais insuportáveis e que me faziam andar! aí chegamos no temido rodoanel, quase 10 kms de rodovia que parecia que nunca vai acabar e a surpresa! Assim que entrei comecei a dar um gás em 3 kms que eu mesmo não acreditei e me fizeram pensar que até o fim do longão, não ia sentir nenhuma dor... ledo engano! Do 45 até o final minhas pernas fadigaram de tal maneira que fui ao inferno e voltei várias vezes! O aplicativo marcou ao final do treino 63,8 kms, então foram quase 19 kms rezando para terminar, pois andar era muito difícil com as pernas extremamente fadigadas, mas não dava para correr o tempo todo, então ficava nesse dilema... esses quase 19 kms ficaram totalmente por conta do psicológico, porque por várias vezes reclamei que não terminava o Rodoanel ou a Anchieta, pensei em pedir um Uber ou me perguntei se ali onde estava passava Uber, ou simplesmente parar ali mesmo e me jogar no chão até dormir... passou tudo pela cabeça! Mas nessa hora, você só tem um objetivo, aponta nele e vai! E quem me ajudou demais nessa hora foi o Dicler, que ficou comigo o tempo todo com um sorriso no rosto, que dizia, “estagiário, sei o que você está sentindo, já passei por isso e sei que você também consegue superar” ou quando na Anchieta me disse, “eu sempre miro um objetivo ao longe quando estou cansado e vou, que nem aquele poste lá ao longe, vou começar a correr de novo a partir dele”... coisas simples que fazem um efeito muito grande psicologicamente. Agradeço demais, além do Dicler, ao Parreira e ao Pedrinho, companheiros dessa loucura e que me fizeram e fazem cada vez mais amar maratonas e ultramaratonas, e que compartilham comigo toda sua experiência e dicas que salvam! Correr mais de 60 kms é possível sim e uma experiência que vale a pena ser vivida!

domingo, 2 de junho de 2019

CALENDÁRIO ROLANDO

O ano de 2019 está em alta velocidade, literalmente voando, assim chegamos ao seu meio, curtindo e vivendo cada segundo, na vida e nas ultras. O calendário está cheio de provas, de todos os gostos, rua, montanha, praias, estradão, parques e pistas, onde procurar haverá uma Ultra, nas mais variadas distâncias. Provas de norte a sul, distribuindo os atletas que anos atrás procuravam por provas para participar e sempre achavam as mesmas (poucas). Nessa época do ano temos provas famosas como a UAI, em Minas Gerais, que movimenta os ânimos dos guerreiros. Teremos uma novidade esse ano, no mês de Julho, uma realização em solo brasileiro de um Panamericano (ou Intercontinental como queiram falar) de 100 km, um grande privilégio da cidade de Bertioga receber um evento como esse, onde estarão (provavelmente) atletas de vários países do continente americano. Se depender de Márcio Zitei, um dos responsáveis pela organização do Panamericano, tenho certeza que esse evento será um sucesso, pois comprometimento, honestidade e empenho são componentes que sobram nesse grande homem. Claro que existem outros fatores que influenciam um evento tão complexo como este, mas a torcida é enorme para que dê tudo certo. No mês de Agosto, os Ultraloucos estarão nas 24 horas de Campinas, evento que contará também com uma prova de 12 horas, além dos revezamentos, que deixam a pista mais rápida e animada. Os treinos não param, a dedicação aumenta, assim como a expectativa, em ver uma Ultramaratona brasileira mais organizada, competitiva e transparente, onde aquela que tem mais a ganhar seja a própria Ultramaratona... Sonhemos!